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	<title>InterMultimidia.net - Jogos completos, gols da arquibancada em full HD, áudios, vídeos e fotos do Sport Club Internacional &#187; Artigo</title>
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	<description>InterMultimidia.net - Jogos completos, gols da arquibancada em full HD, áudios, vídeos e fotos do Sport Club Internacional</description>
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		<title>Cinco pontos determinantes na queda de Fossati</title>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 04:51:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasileirão 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Rumores]]></category>
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		<category><![CDATA[Fossati]]></category>
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		<category><![CDATA[queda de técnico]]></category>
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		<description><![CDATA[Ele não resistiu. Fossati foi atropelado pelas próprias idéias e a direção chutou-lhe a bunda para bem longe do Gigante (e o fez corretamente). Confira os cinco pontos que, juntos, favoreceram a queda de Fossati.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ele não resistiu. Fossati foi atropelado pelas próprias idéias e a direção chutou-lhe a bunda para bem longe do Gigante (e o fez corretamente). Confira os cinco pontos que, juntos, favoreceram a queda de Fossati.</p>
<p><strong>1) Esquema tático que nunca se confirmou</strong><br />
O velho lêmure uruguaio não conseguiu instalar na equipe um esquema tático de qualidade. Aquele jogo de passes rápidos e time entrosado nunca chegou a acontecer. Culpa de uma mudança constante no esquema com 2 ou 3 zagueiros.</p>
<p><strong>2) Mudanças erradas e repetitivas.</strong><br />
Não espere inovação de Jorge Fossati. Ele não é o tipo de técnico que pensa no tudo ou nada. Trata-se de um treinador paciente, cômodo e que não se acanha em dizer que empate é resultado positivo (principalmente se for em competições como Libertadores). Se estivéssemos enfrentando equipes de ponta em paises significantes como Argentina, Uruguay ou Chile, isso se justificaria, mas nesta Copa nosso grupo não era dos mais difíceis. Mesmo assim o uruguaio insistia em mudanças &#8220;defensivistas&#8221;. O velho gostava de segurar resultado&#8230;</p>
<p><strong>3) Apostas equivocadas.</strong><br />
Alecsandro certamente não tem nada contra Fossati. Mesmo com atuações duvidosas e chances claras de gol desperdiçadas, o atacante seguie recebendo chances atrás de chances no time titular. Sua titularidade era incontestável por parte do técnico. Há pouco tempo atrás Andrezinho esquentava o banco, mesmo pedindo passagem pelo time titular. Ficava claro que o treinador era muito convicto de suas idéias. Mudanças simples e racionais fariam aquele time render muito mais.</p>
<p><strong>4) A adaptação ao futebol brasileiro.</strong><br />
Fossati já jogou no Brasil, eu sei. Já jougou, mas nunca treinou. Ele veio de uma escola onde no balão se ganha jogo, não importando se sua equipe marcou no primeiro minuto e levou 89 de pressão do adversário. Afinal, não seria de maneira muito diferente que times limitados do Equador ganhariam a Copa. Deu certo lá, mas aqui não daria.</p>
<p><strong>5) O questionamento sobre o preparo físico.</strong><br />
Ficou evidente na época das finais do Gauchão. O Inter havia sido superado no segundo tempo do clássico no Beira-Rio muito em virtude do time que havia &#8220;perdido as pernas&#8221;, parado de correr. Logo depois surge em ZH a bombástica entrevista concedida a Leandro Behs (de novo ele), em que Alejandro Valenzuela, braço direito e preparador físico do Inter assume que está tendo dificuldades de comunicação com o grupo e diz que a condição física da equipe não era a ideal. Isso de alguma maneira respingou na decisão recente de trocar toda a equipe técnica.</p>
<p><strong>BÔNUS A fórmula fatal da Copa do Mundo</strong></p>
<p>O golpe fatal no uruguaio. Sabemos que em ano de Copa o futebol de clubes pára por pouco mais de 1 mês, bem no meio da temporada sul-americana. Sabendo disso, e sabendo que a troca de treinador é uma medida dolorosa e de profundas mudanças, Carvalho certamente levou em consideração esta parada como forma de ganhar tempo e diminuir o impacto da chegada de um novo treinador com uma filosofia totalmente diferente.</p>
<h3>E tu, concorda com algum ponto? Adicionaria mais algum(ns)?  Falaí nos comentários!</h3>
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		<title>E o Brasileirão, direção?</title>
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		<pubDate>Sun, 16 May 2010 15:03:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileirão 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[time reserva]]></category>

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		<description><![CDATA[O Inter enfrenta o Goias, neste domingo(dia 16/05), no estádio Serra Dourada, com um time totalmente reserva.

A importância da Libertadores é maior e inegável. No entanto é preocupante e ,principalmente, temerário deixar o campeonato Brasileiro tão em segundo plano. Sabemos que apesar de ser disputado na fórmula de pontos corridos, este campeonato muitas vezes é decidido por um, dois pontos, como foi o ano passado.  
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Inter enfrenta o Goias, neste domingo(dia 16/05), no estádio Serra Dourada, com um time totalmente reserva.</p>
<p>A importância da Libertadores é maior e inegável. No entanto é preocupante e, principalmente, temerário deixar o campeonato Brasileiro tão em segundo plano. Sabemos que apesar de ser disputado na fórmula de pontos corridos, este campeonato muitas vezes é decidido por um, dois pontos, como foi o ano passado.</p>
<p><strong>É CAMPEONATO BRASILEIRO, DIREÇÃO!</strong></p>
<p>Não é um campeonato de segunda linha, como o Gauchão, que podemos nos dar ao luxo de escalar time B, reservas e time misto, pois é fácil de recuperar devido a fragilidade dos adversários. Muito pelo contrário, quem sabe seja o campeonato mais difícil do mundo. Seis pontos atrás de um time como Cruzeiro, por exemplo, para recuperar depois precisa ser quase perfeito. E esta possibilidade é iminente. Não seria nada anormal o Inter perder com os reservas em Goiânia e o Cruzeiro vencer o Avaí, em casa.</p>
<p>Até neste jogo dá pra entender esse tipo de escalação. O problema foi na primeira rodada contra o Cruzeiro, um adversário direto em qualquer campeonato. Não vi motivos para um time totalmente reserva, sendo que o Inter está apenas nas Quartas de Final da competição sul-americana, e o jogo era apenas na quinta Feira. Os jogadores teriam quatro dias de recuperação. No mínimo, cabia um time misto, como o próprio time mineiro fez.</p>
<p>Precisamos, mesmo com reservas, voltar com os três pontos de Goiânia. Do contrário o time vai para terceira rodada pra lá de pressionado. Isso se passar pelo Estudiantes no meio da semana. Por que se não passar vai bater o pânico de passar o ano sem conquistas e aí sim o time será &#8220;obrigado&#8221; a vencer.</p>
<p>Sei que podemos vencê-los lá neste domingo, não desconheço esta possibilidade, é claro. O que me preocupa é o modo que a direção do Inter pensa este início de campeonato nacional, mesmo sem ter a certeza da conquista da Libertadores. Este é o grande problema.</p>
<p>COMO DIZ UM COMENTARISTA ESPORTIVO: OREMOS.</p>
<p>Por Fabrício Marques</p>
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		<title>Clube do Mico</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 00:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Contratações]]></category>
		<category><![CDATA[Mascote]]></category>
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		<category><![CDATA[Saci]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto “celebramos” o novo mascote colorado, mas apenas do Projeto social Interagir, aquele mesmo que é tocado pela primeira-dama colorada, o nosso Club faz jus a ele e coleciona mico atrás de mico. O último a derrota no grenal. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto “celebramos”  o novo mascote colorado, mas apenas do Projeto social Interagir, aquele  mesmo  que é tocado pela primeira-dama colorada, o nosso Club faz jus a ele e  coleciona  mico atrás de mico. O último a derrota no grenal.</p>
<p>As  explicações para adoção deste mascote são mais racistas do que os  cânticos  deles. O nosso diretor de MKT afirma que as crianças não conhecem o  Saci, um  personagem do folclore brasileiro e mascote oficial (embora não conste  em  Estatuto) do Inter, mas isso se deve justamente ao mkt do Inter. Quando  foi a  última campanha que você viu o Saci sendo usado? Se não fosse o Renteria  tê-lo  imitado, você não se lembraria. Mas e quem conhecia o Macaquinho  Escurinho?  Ninguém, mas o Club está investindo nele e divulgando-o. Bastava fazer o  mesmo  com o eterno Saci.</p>
<p>A  segunda desculpa é de que o Saci, prestem atenção: estamos falando num  mascote  de um Programa de Inclusão Social, o Interagir, é politicamente  incorreto por  ser deficiente físico?!?!? O deficiente não tem escolha, ele o é, não  por  atitude. Aliás, só o Saci é deficiente por escolha. Diz a lenda que  quando ele  era escravo ficava amarrado a uma árvore por uma perna e ele decidiu  perder uma  perna para ser livre e pernalta, ao invés de continuar a ser escravo!  Além  disso, o MKT diz que a imagem do Saci é de um perdedor. Peraí! Um  perneta, que  escolheu ser livre e conquistou TODOS OS CAMPEONATOS POSSÍVEIS não pode  ser um  perdedor. Ele é o maior símbolo de superação que pode inspirar  alguém!</p>
<p>O  outro problema apresentado é que não é possível fazer um mascote com uma  perna  só. Bom, o mascote do Santos são baleias, fora d’água e sem pernas, mas  estão lá  de pé!</p>
<p>Mas  que exista o Macaco Escurinho, justa homenagem, mas será que o Inter  considera o  Escurinho politicamente incorreto por não ter uma perna também???</p>
<p>E a  semana passada não parou por aí. Nossa candidata para Musa do Gauchão  foi  indicada em cima da hora e ainda por cima foi trocada, pois havia  participado da  seletiva pelo GFPA. Eles foram avisados antes que haveria o concurso?  Pois como  conseguiram, antecipadamente, fazer uma seletiva para seus sócios  participarem  da escolha da Musa?</p>
<p>E o  mico continuou a solta no domingo! As contratações para este ano foram  um mico  geral e não temos um time, mesmo depois de 4 meses de temporada.</p>
<p>Viva o  Mico! É a vingança do Saci!</p>
<p>Por Caio de Santi</p>
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		<title>A medida do tempo</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 15:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[A medida do tempo? - “Minuto”. A medida da distância? - “Kilômetro”. A medida do meu amor pelo Internacional? - “Operação Inválida e impossível”. Tudo o que posso dizer é que, minuto a minuto, há quilômetros de distância do Beira-Rio, me torno cada vez mais apaixonado pelo Colorado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A medida do tempo? &#8211; “Minuto”. A medida da distância? &#8211; “Kilômetro”. A medida do meu amor pelo Internacional? &#8211; “Operação Inválida e impossível”. Tudo o que posso dizer é que, minuto a minuto, há quilômetros de distância do Beira-Rio, me torno cada vez mais apaixonado pelo Colorado.</p>
<p>Quantos de nós já nadaram o mar para ver o que tinha do outro lado? Uns vinte e poucos anos antes de mil e quinhentos, Cristóvão Colombo e sua embarcação inovaram esse conceito no mundo. Eles, numa visão utópica, numa divina e distante quimera, fecharam os olhos e, sem medo, atravessaram o pacífico. Alguns foram empurrados pelas ondas da vida e passaram pelo Cabo das Tormentas, que logo se tornou a esperança – das boas. Após este fato, começaram incessantes tentativas de todos os lugares em objetivo de cruzar o mar. Seria bravura? Destreza? Coragem? Isso foi só na primeira vez?</p>
<p>- “A primeira vez a gente nunca esquece”. Provavelmente você já deve ter ouvido esta frase! Sim, ela resume nesse momento, com enorme precisão e delicadeza, seu estado de espírito e alma, seu ânimo e empolgação! Ela é teu coro eterno que tu tens de esquecer de uma vez por todas. Tire-a da mente. Queime esta idéia, jogue este conceito na lixeira, pense no futuro, não no passado.</p>
<p>O primeiro beijo: Eu sinceramente nunca esqueci. O primeiro “Eu te amo” recebido em voz sincera: Eu nunca me esqueci. O primeiro carro: Eu nunca me esqueci. A primeira transa: Eu nunca me esqueci. E o primeiro emprego também não. O tempo avança, envelhecemos. Nossas perspectivas mudam, crescem. Cada ato que acabei de descrever foi evoluindo com o tempo. Sim, o tempo tem esse poder – o de evoluir a nossa vida. E ele, fazendo isto, decreta que jamais você sentirá algo parecido, jamais terá outro primeiro beijo, ou outro primeiro carro. O tempo tem o poder de tornar as coisas únicas. Tempos que jamais voltarão, esqueçamos-nos! Lutemos por uma nova era, vivamos novos sentimentos, novas vidas. Vamos reciclar a nossa existência.</p>
<p>2006, colorados, faz pouco mais de 3 anos que terminou. Mas vocês parecem querer voltar no tempo, regredir a vida a cada instante, regressar o corpo. Vocês vivem a saudade do passado, vocês são a nostalgia imperial. Sim, o tempo tornou vocês nostálgicos, e viver de nostalgia é como dirigir um carro olhando pelo retrovisor e mesmo assim querer chegar em algum lugar na mesma velocidade dos demais (frase adaptada).</p>
<p>Precisamos de renovação, precisamos de um título que nos faça esquecer 2006 &#8211; que nunca voltará.</p>
<p>Em 2006, o grande cronista Emanuel Neves recitou: “Passamos 27 anos olhando apenas para trás, agora é hora de olharmos para frente. É hora de ir aonde ninguém foi!”. E foi neste ritmo que marchamos à Assunção, Quito, novamente Assunção, São Paulo, até parar no estágio máximo: Yokohama. Foi mirando o horizonte que conquistamos ele. Foi levantando a cabeça que conseguimos olhar para cima. Foi, de degrau em degrau, que simples e inexplicavelmente, fomos. E fomos, com a força dos deuses e de nossos músculos. E fomos, com a garra e a raça dos lutadores. E fomos, com a experiência dos sábios e a sabedoria dos experientes. E fomos, com a técnica doz habilidosos, e com a habilidade dos técnicos. E lá chegamos, trabalhando, lutando, se dedicando. Não se curve ao tempo, viva manipulando-o. Esqueçam 2006, esqueçam Fernandão e o time campeão do planeta. Se não esquecerem, não acordarão. E se não acordarem, podemos viver novamente os anos 80 e 90.</p>
<p>Ah, tempo. Como manipular-te?</p>
<p>Reciclar o pensamento não depende do tempo. Depende de nós, e nós dependemos do tempo? Só se quisermos.</p>
<p>Tempo, tempo, não exista na nossa cabeça.</p>
<p>Ó, ceus! Porque tanta dependendência?</p>
<p>Porque o tempo nunca para de existir? Porque cada pessoa tem seu jeito de percebê-lo passar?</p>
<p>Torna tudo tão velho, e ao mesmo tempo novo também. Traz a saudade mórbida e a esperança também!</p>
<p>Por favor, me responda:</p>
<p>Qual a medida do tempo?</p>
<p>Por Lucas Pitta Klein</p>
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		<title>Peça &#8220;Vermelhos &#8211; História e Paixão&#8221; está de volta. Confira depoimento de torcedor!</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 16:39:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[História Colorada]]></category>
		<category><![CDATA[xDestaque]]></category>
		<category><![CDATA[1909-2009]]></category>
		<category><![CDATA[Centenário Colorado]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimento]]></category>
		<category><![CDATA[Peça]]></category>
		<category><![CDATA[Vermelhos - História e Paixão]]></category>

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		<description><![CDATA[A peça teatral que conta a história vitoriosa e centenária do Clube irá voltar em cartaz para as comemorações dos 101 anos do Internacional. A peça será exibida no Theatro São Pedro em Porto Alegre. Serão apenas três dias: 23, 24 e 25 de abril (sexta, sábado e  domingo) sempre às 21 horas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A peça teatral que conta a história vitoriosa e centenária do Clube irá voltar em cartaz para as comemorações dos 101 anos do Internacional. A peça será exibida no Theatro São Pedro em Porto Alegre. Serão apenas três dias: 23, 24 e 25 de abril (sexta, sábado e  domingo) sempre às 21 horas.</p>
<p><a href="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/03/vermelhos150310.jpg"><img src="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/03/vermelhos150310.jpg" alt="" title="vermelhos150310" width="450" height="241" class="aligncenter size-full wp-image-597" /></a></p>
<p>Sinopse:</p>
<p>São Paulo, no início do século: a família Poppe agita-se ante a  inauguração da rede elétrica. Porto Alegre, dezembro de 2006: na redação  de um jornal, o faxineiro Vito e o jornalista Chico Bola disputam um  radinho de pilhas, para acompanhar a final do Mundial de Clubes.</p>
<p>O presente e o passado se fundem na paixão. O surgimento do Internacional acontece pela ousadia e idealismo de Henrique Poppe. Na  redação do jornal, em 2006, Chico Bola, inconformado por ter sido  preterido da equipe de cobertura do Mundial, é acolhido pelo velho  colorado. São dois homens experientes, revivendo os sonhos gloriosos de  um passado, sempre presente.</p>
<p>A pulsação do espetáculo vem da música. Hinos e outras trilhas  temperam a emoção das cenas da torcida, do carnaval, da serenata e das  festas, com marchas, serestas e samba.</p>
<p>Vermelhos acontece durante uma partida de futebol. Mostra o outro  lado de uma vitória, no presente, e outra no passado. Henrique Poppe se  mantém a frente do seu sonho, até a vitória do primeiro Gre-Nal. Chico  Bola descobre o sentido da paixão e Vito dribla as peripécias de seu  coração e se enche de vida, por não ter caído, diante de um fulminante  estado de felicidade.</p>
<p>Depoimento de um torcedor que assistiu a peça:</p>
<blockquote class="style1"><p><span>Simplesmente emocionante o que vivi em aproximadamente 1 hora e 30 minutos do que considero um dos momentos mais marcantes da minha paixão colorada.</p>
<p>Considero assistir a peça teatral como assistir e vencer um grande jogo, ou melhor, uma decisão, sem exagerar ou exagerando ainda estarrecido de emoção, que equiparo com uma final de Libertadores e Mundial.</p>
<p>Entre as risadas que contagiavam o teatro e fazia não sair da fisionomia das pessoas a alegria contagiante; chorei duas vezes ou um choro bem demorado, imagina a emoção de um colorado ver Henrique Pope (interpretado brilhantemente por Gustavo Razzera) na sua frente cheio de seu idealismo e paixão pelo futebol idealizar e fundar o Internacional, nesta hora até um colorado morto emociona-se. A criatividade o autor mistura a história num vai e vem do tempo brincando com nossas emoções. E na hora que ele sugere a criação do hino do Nelson Silva (o Zé Victor outro show de interpretação), quem tem problema cardíaco como Seu Vito (Alvaro Rosacosta) antes de ir ver a peça deve pedir permissão ao seu médico, acho que o próprio teatro deveria colocar uma ambulância para qualquer emergência.</p>
<p>Como colorado, peço desculpa a Maria Ortiz (Sofia Schul) a esposa do Henrique Pope pelas maluquices do seu marido, mas olha o que virou o seu sonho.</p>
<p>E o momento que no palco e nas cadeiras do teatro todos cantam:</p>
<p>“Diante do fim da vida eu não abro mão, quero a bandeira do Inter no meu caixão&#8230;” Até de lembrar fico emocionado.</p>
<p>Obrigado também a todos que fizeram este espetáculo Chico Bola (Rogério Beretta) fica tranqüilo você ainda vai poder viajar para ver o bi Mundial, William Martins, Suzi Martinez, Oscar Schim, Simone Rasslan, Zé Victor, Alvaro Rosacosta, Gustavo Razzera, Sofia Schul.</p>
<p>Aos meus amigos colorados este espetáculo vale qualquer sacrifício para assistir, vale montar excursões como para um grande jogo. Não estou brincando nem exagerando acho que minha pouca experiência com as palavras me negam adjetivos e palavras para descrever o que vi.</p>
<p>Quero e vou assistir novamente, mas desta vez não quero sentar na primeira fila, mas ficar um pouco atrás e ver a emoção de mais colorados, não só aqueles que como eu, encheram os olhos de lagrimas ao meu lado. Foi pura emoção.</p>
<p>Obrigado.</p>
<p>João Carlos Carvalho</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O poder da mente</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 11:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Libertadores 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegou a noite. O sono está longe de você, e você está eufórico. Assistindo pela TV o jogo que parece valer o ano, você está em sua casa, mas sente que deveria estar lá, no estádio, participando. Você culpa a sua história, suas condições de vida, culpa o seu bolso e a sua família, mas no fundo sente prazer em estar vivo para assistir a mais um inesquecível momento! Os foguetes que impediram os equatorianos de dormirem na noite passada agora estão no Beira-Rio, colorindo o céu de vermelho e branco, pincelando a noite, corroendo as nuvens. A câmera filma a torcida, você não reconhece rostos, mas vês todos juntos em apenas uma face, uma voz. Você sente-se lá dentro, mesmo não estando, apoiando com o coração, empurrando com a alma.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou a noite. O sono está longe de você, e você está eufórico. Assistindo pela TV o jogo que parece valer o ano, você está em sua casa, mas sente que deveria estar lá, no estádio, participando. Você culpa a sua história, suas condições de vida, culpa o seu bolso e a sua família, mas no fundo sente prazer em estar vivo para assistir a mais um inesquecível momento! Os foguetes que impediram os equatorianos de dormirem na noite passada agora estão no Beira-Rio, colorindo o céu de vermelho e branco, pincelando a noite, corroendo as nuvens. A câmera filma a torcida, você não reconhece rostos, mas vês todos juntos em apenas uma face, uma voz. Você sente-se lá dentro, mesmo não estando, apoiando com o coração, empurrando com a alma.</p>
<p>Você, concentrado, deixando a vida de lado, alheio à todos os problemas da vida, assiste à TV, mas enxerga muito além dela. Seu sofá se transforma em uma arquibancada e você agora está na Inferior, ao lado da Popular, próximo à camisa 12, que tapa meio estádio com o bandeirão branco. O clube do povo aparece em campo e você os vê na sua frente. Você canta, pula, berra. Você, acaba de contribuir para mais uma noite histórica. Você não ouve a escalação, nem quer saber dela. Quem entrar lá, você vai apoiar, e vai empurrar até o ultimo minuto. E nesse ritmo, lutar ao lado do Internacional.</p>
<p>Os jogadores pisam no gramado e sentem o solo vibrar. É seu coração batendo neste momento. Seu coração colorado que agüentou tanto tempo de miséria e injúrias, que recentemente explodiu e que você o juntou aos pedaços, seu coração há tanto tempo zombado e esquecido, há tanto tempo visto com olhos de pequeneza, agora bate como nunca. És agora, um genuíno colorado, um torcedor que resiste à tudo.  15 do primeiro tempo, Rojas arrisca de fora da área e é gol deles. O inter reage, mas não chega ao gol de empate. Fim do primeiro tempo, 1&#215;0 para eles. Você olha para baixo, vê abaixo de seus pés o concreto do Beira-Rio esfriar, olha para o seu peito e vê o escudo sagrado das três letras.. Você, com a sua camiseta vermelha dos anos 2000(anos em que vestir a camiseta era por si, um orgulho), com o ramo das velhas conquistas, relembra a década de 70 e todas as outras. Você sente orgulho da sua própria história e dá graças a deus por ser colorado. Perto de você, um rapaz à toda voz grita incessantemente, ele é um guerreiro, um peleador dos pampas, um colorado. Logo a massa esquece o cansaço se junta a ele e você entra no ritmo. O sangue voltando a correr em suas veias, e você sente calor. Você agora está no inferno da Beira-Rio. Você a sua mente.</p>
<p>Os jogadores voltam para o segundo tempo, e você para a sua segunda vida. Os sinalizadores acabaram, os rojões também, a torcida agora se vale apenas da própria voz, e é com ela que vocês transformarão o jogo. 21 minutos, o Inter está no ataque, Giuliano cruza para Alecsandro, de cabeça a bola carinhosamente bate no travessão e sai. O gol, não. Empurrados por você, os jogadores, grandes guerreiros, não desistem – e você também. 37 minutos, Kléber põe na área, Taison cabeceia para trás e Guinazú enche o pé. O capitão de um time focado, o guerreiro que nunca desiste, o Incansável Cholo Loco marca para o Inter, 1&#215;1. Restam 13 minutos de jogo, 13 minutos onde a sua vida está naquela bola. Onde a sua felicidade suprema está em vê-la tocar as redes. O humor do resto da sua semana passa por aquela pelota.</p>
<p>Segundo tempo, 46minutos. A cerveja termina, seu pulmão se cola, sua garganta seca. Mas você é colorado, e um colorado resiste a tudo. O momento é ruim, o colorado está mal e não se encontra mais na partida. Este é o momento em que o time precisa de você. Esta é a hora de mudar, de agir, de apoiar. Você, alheio à todas as dores, continua pulando e cantando. Bolívar bica para a frente, Sandro mata de peito e dá um lançamento venenoso para Alecsandro. O juiz confere o relógio, a partida está próxima do final. Você se lembra de todos os lances que Alecsandro desperdiçou, mas e daí? Passa na sua mente, todos os seus momentos fominhas e varzeanos, mas e daí? Alecsandro é um guerreiro vestido de vermelho, e quem nesta condição estivesse, você apoiaria, lembra? Você e a massa voltam a ficar confiantes e todos os olhares miram aquela pelota. A música não para, o canto continua, a voz está terminando mas você não esmorece. Alecsandro com apenas um toque entorta o zagueiro, e fica livre para marcar o gol. Um grande “ahhh” infla o seu pulmão. O relógio estacionou, o Beira-Rio se cala, a torcida que pulava, agora estupefata e esperançosa parou. Você pisca os olhos e olha para todos os lados, 50 mil irmãos em pé, paralisados, à espera do momento maior. Sua tia, seu pai e irmão sentados no sofá ao lado, mas não importa. O contestado Alecsandro chuta e acerta as redes. O esperado gol da virada chegou! Agora sim, mesmo sem querer você pula, e abraça quem está do lado, não importa quem é. O relógio acelera e você não faz mais noção do passar do tempo. Você se ajoelha no concreto da inferior, onde pulou e cantou por 90 minutos e chora. O gigante não presencia mais uma conquista, mas sim uma vitória, uma demonstração de amor. O calor vai embora, o vento da meia noite chega, a bandeira rubra volta a vibrar no mastro, e a noite está completa. Você se levanta e olha para trás, o sofá está enxarcado. Sua família vê você em outro mundo, pairando a alma há quilômetros dali, num caldeirão de felicidade, no inferno da Beira-Rio. Você entra na segunda porta à direita, liga o chuveiro, toma uma ducha e reflete: Onde eu estive esta noite? O que eu fiz?</p>
<p>Foi a sua mente – aliada com o seu coração &#8211; que te transportou para o Beira-Rio. A mente tem esse poder &#8211; o de criar mundos e vivências. Se quiseres, poderás viver isso novamente, quantas vezes quiser, você tem o controle sobre os mundos em que vive e ainda não sabe! Você não imagina o quão poderoso você é, você ainda não tem a noção do quão valioso é o seu grito, e é dele que o Internacional precisa nessa noite – mesmo que de longe. Você se enxagua, seca e perfuma. Afasta a colcha e os cobertores e vai dormir, para mais uma louca viagem produzida pela sua mente.</p>
<p>Este foi um texto para levantar os ânimos, como era em 2006. Tempos em que o time era tão bom quanto o de hoje. Tempos em que a torcida transformou o receio em confiança. O medo em coragem. As más notícias em esperança, o cansaço em vibração. Tempos onde nada existia, onde tudo era uma grande fantasia da nossa mente.</p>
<p>Por Lucas Pitta Klein</p>
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		<title>&#8220;Azul é apenas a cor do nosso adversário, clube que mais vencemos na nossa história&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 01:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[xDestaque]]></category>
		<category><![CDATA[calção azul]]></category>
		<category><![CDATA[polêmica]]></category>
		<category><![CDATA[RBS]]></category>

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		<description><![CDATA[Como diz a canção, quem não gosta de samba é ruim da cabeça ou doente do pé. No futebol, parece que a coisa não é diferente. A falta de notícia séria faz com que alguns comunicadores criem polêmicas artificiais e incompatíveis com a tradição do jornalismo gaúcho. Vejam só: em um programa de debates na Rádio Gaúcha, um comunicador, ex-presidente do Grêmio, afirmou, baseado em uma foto tirada em Quito e publicada pelo site do Inter, que a cor do nosso calção de treino é azul. Pior ainda é que outro jornalista que pretensamente defende o Internacional embarcou na canoa furada e passou a criticar a direção por ter optado por um calção desta cor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa foi uma das frases da excelente resposta de Roberto Siegmann, VP de Serviços Especializados e assessor de futebol do Inter a RBS.</p>
<p>Confira:</p>
<blockquote class="style1"><p><span>Como diz a canção, quem não gosta de samba é ruim da cabeça ou doente do pé. No futebol, parece que a coisa não é diferente. A falta de notícia séria faz com que alguns comunicadores criem polêmicas artificiais e incompatíveis com a tradição do jornalismo gaúcho. Vejam só: em um programa de debates na Rádio Gaúcha, um comunicador, ex-presidente do Grêmio, afirmou, baseado em uma foto tirada em Quito e publicada pelo site do Inter, que a cor do nosso calção de treino é azul. Pior ainda é que outro jornalista que pretensamente defende o Internacional embarcou na canoa furada e passou a criticar a direção por ter optado por um calção desta cor.</p>
<p>No que diz respeito <strong>à visão alucinada do ex-presidente</strong> do Grêmio, comunicador da RBS, nada a estranhar. Ele deve estar com sérios problemas na visão ou, quem sabe, inconformado com o fato de o Internacional estar disputando a Libertadores. Ele talvez esteja aí em Porto Alegre sofrendo com os efeitos alucinógenos e imaginários da altitude de Quito. Quanto ao pretenso defensor do Inter, também nada a estranhar, pois parece que o seu papel é cair nas armadilhas que lhe são apresentadas e de imediato virar-se contra a direção do seu clube do coração.</p>
<p>Mas a palhaçada não terminou aí. O clicrbs deu repercussão ao assunto, gerando reação de alguns poucos torcedores. O calção é cinza e não há nenhum debilóide na direção do Internacional que aceitaria um calção azul. A questão das cores clubísticas no Rio Grande do Sul é velha e surrada. <strong>Azul é apenas a cor do nosso adversário, clube que mais vencemos na nossa história</strong>.</p>
<p>Resgatada a seriedade e afastada a palhaçada, o que resta para alguns é marcar uma consulta num oftalmologista e ter a certeza que na direção do Internacional não se brinca com coisa séria. Que bom que o jogo é hoje à noite para que o assunto dos brincalhões volte a ser o futebol. Aliás quem tem dúvida do que é a cor azul (e isto vale para o comunicador/dirigente e para o clicbrs) <strong>basta olhar no logotipo da empresa que trabalha</strong>.</p>
<p>A minha irritação não é demasiada. É na medida da irresponsabilidade daqueles que tentam por em risco o trabalho de marketing e de comunicação que é feito no nosso Clube. Não se brinca com a marca alheia, especialmente quando vale a paixão de milhões. Imaginemos que eu possa estabelecer conexões com as cores que são eleitas pelas empresas, pelas pessoas, etc. Nós trabalhamos sério para levar o campeão de tudo cada vez mais alto de uma maneira profissional.</p></blockquote>
<p></span></p>
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		<title>Mudança de mentalidade</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 19:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Libertadores 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Desconfiança? Desesperança? Porque?

Somos e seremos eternamente o que o nosso nascimento decretou, nada poderá nos mudar (apenas nós mesmos).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desconfiança? Desesperança? Porque?</p>
<p>Somos e seremos eternamente o que o nosso nascimento decretou, nada poderá nos mudar (apenas nós mesmos).</p>
<p>Passamos a vida tentando descobrir para onde vamos, e quando chegamos lá acabamos esquecendo de onde saímos. Entretudo, o fato é que se chegamos lá, foi porque construimos o nosso futuro. Foi por que passamos mais tempo fazendo que pensando! Foi por que assim planejamos, no mínimo, 1% do que nos tornamos. Porém uma coisa é certa, o destino sempre nos guarda o que nos cabe, o que nos é de merecimento. Sem sabermos, estamos vivendo à espera do desconhecido.</p>
<p>Nas ultimas semanas tenho constatado uma grande desconfiança do torcedor com o time (principalmente o ataque). Alecsandro é um cone. Taison é enganador (jogador de Gauchão). Kléber Pereira chora de ruim. Edu é um chinelinho que passou 6 meses em treinamento físico e ainda não consegue correr em campo. Marquinhos é promissor porém joga mal nos treinos e é pouco aproveitado. Walter é fominha e Damião um simples oportunista sortudo.</p>
<p>Mas o que é isso? Há pessoas que não sabem o que dizem.</p>
<p>A vida é uma eterna escola, e nela aprendemos a viver. Quem não tem a capacidade de aprender acaba sendo de vez em quando reprovado na vida, é aí que o destino nos prega a peça. São estes os momentos em que nos tornamos vulneráveis às mudanças repentinas, às ondas, ao repucho e às ventanias.</p>
<p>Desde quando se precisa de uma seleção de estrelas para vencer um campeonato? A seleção brasileira de 2006 tinha apenas craques, e um técnico que só sabia ficar se lambendo os beiços na casamata, no final ainda fomos humilhados por Henry e o maestro Zidane. O Barcelona tinha um arsenal mundial de craques e não foi páreo para nós. Tentem se perguntar o porquê! LDU foi campeã da Libertadores em 2008 sem ter um grande time, eram compostos por jogadores médios que deram o seu máximo e se tornaram melhor que qualquer estrela. São tão fanáticos e tão apaixonados pelo Inter, e desde 2006 tão faceiros e orgulhosos, mas olhem agora 2006 com uma visão crítica. Que craque tínhamos? Que jogador consagrado tínhamos? Fernandão se consagrou no próprio Inter, Sóbis, se vocês se lembrarem bem, ainda não era bem aceito pela torcida, e jogou apenas os quatro ultimos jogos da Libertadores. Foi ali que ele se consagrou!</p>
<p>Se para um jogador se consagrar ele deve ter vencido algo, vocês nunca pararam para pensar que antes de ele se consagrar ele nunca tinha vencido nada? <strong>Todo mundo começou do zero, do nada</strong>. Todos os grandes campeões já foram um nada. E basta apenas um ato para que estas grandes estrelas se tornem novamente um nada. Como Zidane, jogou sua carreira fora por um xingamento na final da copa do mundo e para muitos, voltou à estaca zero. Enfim, acreditem nos jogadores que vocês vêem, quem sabe eles não se consagram com o Inter? Não adianta querer que o time de 2006 volte. Volta Sóbis, Volta Tinga, etc&#8230; não!</p>
<p>E para consagrar (jogador, ou o time) é preciso de muita garra e muita determinação. Muito foco no trabalho que ele e/ou o grupo fizeram por bastante tempo (garra, foco e dedicação é o que não falta ao INTER). Há sempre um começo para tudo!  <strong>Acreditem nos nossos guerreiros</strong>! Muitos, pensando na Libertadores 2010 dizem: “Vai começar tudo de novo”. Errado. Só vai começar tudo de novo se praticarmos uma coisa: a mudança de mentalidade. Avante, colorado! Eu confio em ti!</p>
<p>Por Lucas Pitta Klein<br />
Imagem por Canhotórium</p>
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		<title>O futebol total de Rubens Minelli</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 17:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[História Colorada]]></category>
		<category><![CDATA[xDestaque]]></category>
		<category><![CDATA[1975]]></category>
		<category><![CDATA[Ajax]]></category>
		<category><![CDATA[Campeão Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol total]]></category>
		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Laranja Mecânica]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens Minelli]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1970, quando o Brasil conquistou o tricampeonato mundial de futebol, o mundo se dividia entre o futebol mais cadenciado e técnico dos sulamericanos (futebol arte) e o futebol de mais correria e vigor físico dos europeus (futebol força).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1970,  quando o Brasil conquistou o tricampeonato mundial de futebol, o mundo  se dividia entre o futebol mais cadenciado e técnico dos sulamericanos  (futebol arte) e o futebol de mais correria e vigor físico dos europeus  (futebol força).</p>
<p>Tese e  antítese sempre geram uma síntese. O que ninguém imaginava é que esta  síntese já estava surgindo, e em um país sem muita tradição no futebol.  Em 1964, no futebol semiprofissional da Holanda, estreava no Ajax um  garoto chamado Johann Cruyff. No ano seguinte, chegava ao clube o  técnico Rinus Michels. Em 1969, esta dupla levaria o Ajax ao  vice-campeonato da Copa dos Campeões da Europa.</p>
<p>Em 1970,  outro clube holandês espantaria a Europa. O Feyenoord conquistou o  título europeu. Em 1971, jogando um futebol de muita velocidade e  criatividade, o Ajax também sagrou-se campeão europeu, feito que  repetiria em 1972 e 1973. No último título, o Ajax goleou o Bayern  Munique (base da seleção alemã) nas quartas-de-final, por 4&#215;0, derrotou  duas vezes o Real Madrid na semifinal, e bateu a Juventus, na final.  Após este título, Cruyff saiu do clube, indo se reunir a Rinus Michels  no Barcelona, onde o técnico já estava desde 1971.</p>
<p>A dupla  se manteve junta também na seleção, que Rinus Michels assumiu em 1974,  após vencer o campeonato espanhol com o Barça. A Holanda voltava a uma  Copa do Mundo depois de 36 anos, e não seria uma simples coadjuvante,  como nas duas vezes anteriores. Com um futebol surpreendente, onde todos  defendiam e atacavam, sem guardar posições, e tocando a bola  rapidamente, até o gol adversário. Rinus Michels chamava o esquema de  futebol total (a fusão do futebol arte e do futebol força), mas a  imprensa passou a chamá-lo de carrossel holandês, e a seleção foi  batizada de “Laranja Mecânica”. Era um esquema que utilizava as  habilidades técnicas dos atletas em favor do futebol coletivo, sem  diminuir a beleza do espetáculo.</p>
<p>O resto  da história é bem conhecido. Após uma campanha memorável, a Holanda foi  derrotada, na final da Copa, pelo futebol força da Alemanha. No mesmo  ano o Bayern Munique sagraria-se campeão europeu. O futebol holandês,  porém, ainda teria bons resultados com o Feyenoord, campeão da Copa da  UEFA em 1974, com o pequeno Twente, vice da mesma competição em 1975, e  com a própria seleção, novamente vice-campeã em 1978.</p>
<p>Lances da seleção holandesa na copa de 1974 contra o Uruguai. Aumente o som e veja o que é futebol total!<br />
httpvh://www.youtube.com/watch?v=M5YLG57a2GE</p>
<p>Mas o futebol força não fez escola apenas na Holanda. No  distante Brasil, um técnico jovem, que ainda buscava afirmação, apesar  de já possuir alguns títulos, admirava o esquema holandês, antes mesmo  da Copa. <strong>Este técnico era Rubens Minelli.</strong></p>
<p>O campeonato brasileiro de 1973 avançou pelos meses de  janeiro e fevereiro de 1974. A 1ª fase, com 40 clubes, encerrou-se em  dezembro. O Internacional havia ficado em 11º lugar, classificando-se  entre os 20 clubes que continuariam na competição. Em janeiro, porém,  não era mais Dino Sani o comandante colorado, e sim Rubens Minelli. O  novo técnico levou o Internacional ao Quadrangular Final do campeonato  brasileiro, repetindo o feito no ano seguinte, quando a competição foi  disputada no 1º semestre. Nos dois anos, a classificação final foi a  mesma: 4º lugar.</p>
<p>No campeonato gaúcho de 1974, após a Copa do Mundo, as  jogadas coletivas exaustivamente treinadas por Minelli (linha de  impedimento, marcação sobre pressão, troca de passes, etc) começaram a  dar resultados. O Internacional conquistou o hexacampeonato estadual  vencendo todas as 18 partidas da competição.</p>
<p>A temporada de 1975 começou com uma excursão invicta  pela Europa. No estadual, o Grêmio tentou, mas não conseguiu evitar o  heptacampeonato colorado. No cenário nacional, o Internacional confirmou  as expectativas de que fosse o melhor do Brasil, e conquistou seu  primeiro título brasileiro (foto acima).</p>
<p>Semi-final e final  do campeonato de 75. Jogos inesquecíveis.<br />
httpvh://www.youtube.com/watch?v=YHBP2htW8O8</p>
<p><strong>Assim como a Seleção Holandesa, o Internacional tinha um  grande craque no comando da equipe (Cruyff e Falcão)</strong>. Dois ponteiros  velozes existiam nos dois times. Um grande zagueiro e um goleiro seguro  fechavam a equipe. E um <strong>grande técnico</strong>, para fazer esse elenco render no  seu máximo.</p>
<p>Em 1976, o Colorado continuou fazendo grandes campanhas.  Se na Libertadores, o clube foi eliminado pelo Cruzeiro,  competição  não era prioridade. Nos torneios mais valorizados pelo clube, o título  veio: octacampeão gaúcho e bicampeão brasileiro. No final da temporada, o  técnico decidiu mudar de ares, e foi para o São Paulo. Jogadores como  Figueroa, Manga e Carpegiani também saíram do clube. Mesmo assim, a  jogada mais clássica do estilo de marcação sobre pressão do  Internacional ocorreu em 1977. Pelo campeonato brasileiro desta  temporada, o Colorado enfrentava o Coritiba, na capital paranaense. Um  jogador do Coxa recebeu a bola em seu campo, e antes que pudesse pensar  no que fazer, foi cercado por um enxame de colorados, que lhe roubaram a  bola e avançaram juntos até o gol.</p>
<p><strong>Número de Rubens Minelli no Internacional (apenas jogos  oficiais):</strong></p>
<p>
<table id="wp-table-reloaded-id-2-no-1" class="wp-table-reloaded wp-table-reloaded-id-2">
<thead>
	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1"></th><th class="column-2">Partidas</th><th class="column-3">Vitórias</th><th class="column-4">Empates</th><th class="column-5">Derrotas</th>
	</tr>
</thead>
<tbody>
	<tr class="row-2 even">
		<td class="column-1">Campeonato Gaúcho</td><td class="column-2">92</td><td class="column-3">55</td><td class="column-4">23</td><td class="column-5">14</td>
	</tr>
	<tr class="row-3 odd">
		<td class="column-1">Campeonato Brasileiro</td><td class="column-2">72</td><td class="column-3">68</td><td class="column-4">8</td><td class="column-5">2</td>
	</tr>
	<tr class="row-4 even">
		<td class="column-1">Copa Libertadores</td><td class="column-2">6</td><td class="column-3">3</td><td class="column-4">1</td><td class="column-5">2</td>
	</tr>
	<tr class="row-5 odd">
		<td class="column-1">Total</td><td class="column-2">170</td><td class="column-3">120</td><td class="column-4">32</td><td class="column-5">18</td>
	</tr>
</tbody>
</table>
<br />
Por Raul Pons</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E o uniforme era aquele mesmo&#8230;</title>
		<link>http://www.intermultimidia.net/wp/2010/02/10/e-o-uniforme-era-aquele-mesmo/</link>
		<comments>http://www.intermultimidia.net/wp/2010/02/10/e-o-uniforme-era-aquele-mesmo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 16:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileirão 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Libertadores 2010]]></category>
		<category><![CDATA[xDestaque]]></category>
		<category><![CDATA[Camiseta]]></category>
		<category><![CDATA[Gauchão 2010]]></category>
		<category><![CDATA[marca d'agua]]></category>
		<category><![CDATA[Reebok]]></category>
		<category><![CDATA[uniforme]]></category>

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		<description><![CDATA[Começaremos este post com a frase de Jorge Avancini, diretor de Marketing do Clube, sobre o possível novo modelo que postamos aqui:
"As camisas que circulam na Internet como sendo as novas do Inter são falsas. Mais do que falsas, são piratas."
Foi exatamente o contrário do que vimos ontem no MARGS, durante o lançamento dos novos uniformes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começaremos este post com a frase de Jorge Avancini, diretor de Marketing do Clube, sobre o <a href="http://www.intermultimidia.net/wp/2010/01/16/seria-esta-a-camiseta-para-2010/">possível novo modelo</a> que postamos aqui:</p>
<blockquote class="style1"><p><span>As camisas que circulam na Internet como sendo as novas do Inter são  falsas. Mais do que falsas, são piratas.</span></p></blockquote>
<p>Foi <strong>exatamente o contrário</strong> do que vimos ontem no MARGS, durante o lançamento dos novos uniformes. Infelizmente comprovamos que a nova camiseta de jogo é igual ao modelo que havíamos mostrado e feito até uma simulação.</p>
<p>Digo infelizmente pois as péssimas impressões deixadas pelas imagens não muito nítidas que havíamos visto se confirmaram. Em 2010 dois logos imensos da Reebok farão companhia a lateral do corpo dos jogadores. Já dizem por aí que ontem foram lançados os uniformes do Inter para a Reebok. Não é muito exagero. Pelo que pudemos apurar cada logo tem quase dois palmos de extensão. É mesmo muita coisa!</p>
<p>A última vez que me lembro de ter visto uma marca d&#8217;agua como esta foi no longínquo ano de 1995 e 1996, quando a Rhumell (!) estampou nosso símbolo em tamanho gigante. Abaixo reproduzo a camiseta de 96:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/inter-rhumell-1996.jpg"><img class="size-full wp-image-338 aligncenter" title="inter-rhumell-1996" src="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/inter-rhumell-1996.jpg" alt="A marca d'agua da Rhumell. 1996" width="208" height="280" /></a>A marca d&#8217;agua da Rhumell. 1996</p>
<p>Não vou julgar se era feio ou não. Mas <strong>quatorze anos se passaram</strong>. Porque raios a Reebok resolveu apostar nisso novamente? Porque simplesmente não mantiveram o template de outros clubes para os quais eles desenham uniformes <a href="http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Sao_Paulo/0,,MUL1482367-9875,00-FOTOS+SAO+PAULO+APRESENTA+SEU+UNIFORME+PARA+A+TEMPORADA.html">como o São Paulo</a>? E o pior de tudo, como a direção aprova um modelo como este?</p>
<p>Minha intenção aqui não é fazer campanha contra a venda da camiseta, pois sei que gosto não se discute e alguns aprovaram o novo modelo. Tenho várias camisas da Reebok de outros anos, e acho as camisas retrôs simpelsmente maravilhosas, mas realmente não entendo porque eles desaprenderam a fazer camisas de jogo&#8230;</p>
<p>Sem mais, vamos a um vídeo e algumas fotos do novo uniforme.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="391" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="FlashVars" value="uri=http://sas-origin.OnstreamMedia.com/origin/2vtsis/videos/flv/39/49/5/5594.flv&amp;img=http://www.hotmedia.com.br/eventos/flash2/video/img/coringa_zion_640x360_2.jpg&amp;type=1&amp;tmb=http://zion.hotmedia.com.br:8080/zion/base/sys/img/video/39/3805.jpg&amp;xmlConfig=http://www.hotmedia.com.br/tvinter/lib/getVideoRelac/" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.hotmedia.com.br/eventos/flash2/video/player16.swf" /><param name="flashvars" value="uri=http://sas-origin.OnstreamMedia.com/origin/2vtsis/videos/flv/39/49/5/5594.flv&amp;img=http://www.hotmedia.com.br/eventos/flash2/video/img/coringa_zion_640x360_2.jpg&amp;type=1&amp;tmb=http://zion.hotmedia.com.br:8080/zion/base/sys/img/video/39/3805.jpg&amp;xmlConfig=http://www.hotmedia.com.br/tvinter/lib/getVideoRelac/" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="quality" value="high" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="391" src="http://www.hotmedia.com.br/eventos/flash2/video/player16.swf" quality="high" allowfullscreen="true" flashvars="uri=http://sas-origin.OnstreamMedia.com/origin/2vtsis/videos/flv/39/49/5/5594.flv&amp;img=http://www.hotmedia.com.br/eventos/flash2/video/img/coringa_zion_640x360_2.jpg&amp;type=1&amp;tmb=http://zion.hotmedia.com.br:8080/zion/base/sys/img/video/39/3805.jpg&amp;xmlConfig=http://www.hotmedia.com.br/tvinter/lib/getVideoRelac/"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/camisa.guina_.jpg"><img class="size-full wp-image-345" title="camisa.guina" src="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/camisa.guina_.jpg" alt="" width="300" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Camisa de jogo número 1</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/camisa2.guina_.jpg"><img class="size-full wp-image-344" title="camisa2.guina" src="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/camisa2.guina_.jpg" alt="" width="300" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Camisa reserva. A Reebok nos salvou de seus logos gigantes nesse modelo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/camisas123.jpg"><img class="size-full wp-image-343" title="camisas123" src="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/camisas123.jpg" alt="" width="500" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Camisas de jogo e camisa comemorativa ao título da Libertadores 2006</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/camisas123goleiros.jpg"><img class="size-full wp-image-342" title="camisas123goleiros" src="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/camisas123goleiros.jpg" alt="" width="300" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Camisas de jogo, comemorativa e de goleiro</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/camisa2006.guina_.jpg"><img class="size-full wp-image-341" title="camisa2006.guina" src="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/camisa2006.guina_.jpg" alt="" width="300" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Guiñazu mostra camisa comemorativa ao título da Libertadores 2006</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/detalhecamisa2006.guina_.jpg"><img class="size-full wp-image-340 aligncenter" title="detalhecamisa2006.guina" src="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/02/detalhecamisa2006.guina_.jpg" alt="" width="300" height="500" /></a>Detalhe da camisa comemorativa ao título da Libertadores 2006.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.fredcolorado.com.br/site/index.php?option=com_morfeoshow&amp;task=view&amp;gallery=1&amp;Itemid=61#5436415240288281393/1">Veja mais algumas fotos tiradas pelo sempre eficiente Fred.</a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>E tu o que achou das novas camisas de jogo? Responda nossa enquete e nos envie um comentário!</strong></p>
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