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	<title>InterMultimidia.net - Jogos completos, gols da arquibancada em full HD, áudios, vídeos e fotos do Sport Club Internacional &#187; Artigo</title>
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	<description>InterMultimidia.net - Jogos completos, gols da arquibancada em full HD, áudios, vídeos e fotos do Sport Club Internacional</description>
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		<title>2011 &#8211; que volte a mística</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 00:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mística]]></category>
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		<description><![CDATA[Recentemente tomamos um tiro, um duro golpe. Tropeçamos no próprio cadarço, desabamos do topo do próprio sonho. Mas agora não é hora de olharmos para trás tentando achar o culpado pela pedra africana no meio do caminho. É hora de nos levantarmos, lambermos as feridas e voltarmos a campo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente tomamos um tiro, um duro golpe. Tropeçamos no próprio cadarço, desabamos do topo do próprio sonho. Mas agora não é hora de olharmos para trás tentando achar o culpado pela pedra africana no meio do caminho. É hora de nos levantarmos, lambermos as feridas e voltarmos a campo.</p>
<p>Para voltarmos ao sucesso, é preciso renovação. Seja ela de pessoal, de grupo ou de aspirações. O grupo do Internacional não se tornou ruim por causa de um jogo que não deu certo. Jogos que não dão certo acontecem a toda hora,com qualquer time. Claro, é preciso uma mexida aqui, outra ali, aperfeiçoar: lapidar o diamante.</p>
<p>Aquela esperança interminável parece que terminou. O semblante que o colorado sempre guardou atrás do escudo sumiu. A humildade do clube do povo foi engavetada. Filmes, DVD’s, seções de cinema gigantescas, caminhadas, marketing e dinheiro intenso suprimiram a magia de ser colorado e nos desviaram do verdadeiro caminho. Parece que nos tornamos colorados para os outros, e não mais para nós mesmos. Hoje mais parecemos do que realmente somos. E agora parece que se não vier o titular da seleção brasileira pro ataque do Inter, o ano de 2011 está terminado já no dia primeiro de janeiro. É preciso que volte a mística, o encantamento. O acreditar mesmo estando difícil. O torcer antes da hora pra poder comemorar depois dela. É preciso que volte a esperança no olhar do pequeno colorado, o amor sendo expelido pele afora. A simples gratidão por estar vivo para ver o inter jogar. Essa é a verdadeira grandeza. Era disso que nos orgulhávamos nos tempos magros, de vidas secas, quando não éramos nada mais do que um escudo simples com três estrelas douradas e um ramo verde.</p>
<p>O mundo continua grande demais para o pessimismo.</p>
<p>E que volte a mística.</p>
<p>Lucas Pitta Klein</p>
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		<title>Sem título</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 22:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial de Clubes 2010]]></category>
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		<category><![CDATA[FIFA]]></category>

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		<description><![CDATA[É difícil escrever quando se é derrotado. Normalmente os derrotados não tem o que dizer, nem o mundo tem nada para ouvir deles. É difícil expor algo que não a glória. E ficar escrevendo, tentando procurar um motivo do fracasso ou desviando o assunto para outros lados é perda de tempo e recalque.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É difícil escrever quando se é derrotado. Normalmente os derrotados não tem o que dizer, nem o mundo tem nada para ouvir deles. É difícil expor algo que não a glória. E ficar escrevendo, tentando procurar um motivo do fracasso ou desviando o assunto para outros lados é perda de tempo e recalque.</p>
<p>O futebol não passa de um jogo em que vence o melhor. Todos querem ser campeões, só um consegue. E todos os outros, os perdedores? O que os diferencia? Os valores.</p>
<p>Não seria hoje colorado se não fosse pela identificação que tenho com os valores que o clube representa. A humildade, a esperança, a perseverança. Eu sou um torcedor, e não amo títulos nem campeonatos. Amo a instituição Internacional, essa sim é maior do que qualquer coisa.<br />
A derrota de hoje talvez tenha sido uma peça de Deus, um choque, um pause. É impossível um clube vencer tanto! Talvez Deus não quisesse que também começássemos a viver em um mundo paralelo. Na verdade, chegamos ao ponto de achar qualquer derrota inaceitável. Pera lá, achei que colorado soubesse perder!</p>
<p>Grandes não são aqueles que vencem. São aqueles que sabem vencer e sabem perder, pois estas duas ocasiões são inevitáveis a qualquer clube. O que muda é o que acontece depois que elas duas vem.</p>
<p>Ao longo de 25 anos magros, de vidas secas, aprendemos a perder. Foi enfiado goela abaixo, imposto por uma lei divina. Acreditem, foi isto que nos fez campeões do mundo e de tantas outras coisas.</p>
<p>De uns anos para cá, tudo mudou. Nós mudamos. O Inter não sabia mais perder, tanto que parou de perder, tirou os pés do chão. A derrota de hoje foi para nos avisar que também não sabemos vencer. Não sabemos agir como campeões, e isto foi consolidado hoje. Digo-lhes porque.</p>
<p>Na minha mais supersticiosa opinião como torcedor, digo que começamos a perder o mundial dia 17 de agosto de 2010. O Inter, numa das melhores atuações do ano, levanta a taça dentro do Beira-rio e sagra-se Bicampeão da libertadores. O problema é que foi feita uma faixa escrito “eu já sabia”, de uns 200 metros de comprimento, dias antes do título ser confirmado. E ainda depois fazem uma placa idêntica e colocam-na como titulo de uma loja do próprio Beira-Rio (vi isto apenas hoje). Mas que coisinha de gazela. <strong>TU ÉS COLORADO HÁ TANTO TEMPO E AINDA NÃO APRENDEU QUE A SOBERBA SEMPRE VESTIU TRES CORES?</strong></p>
<p>Como se já não bastasse, fizeram uma música que tem uma sonoridade linda, que termina com “Rumo ao bi mundial”, estragando tudo o que ela tinha de valioso e bonito. Logo depois o time começa a decair, e a direção tem a cara de pau de dar aquela desculpinha furada de que estão de olho no mundial. Não soube perder e admitir a fraqueza. Pra piorar a situação me botam um time completamente juvenil (nem reserva era) contra o botafogo, com o intuito de perder, pra prejudicar o rival. O INTUITO. Claro que os guris, querendo espaço, fizeram a correria e venceram o jogo, e o mais enganador de tudo foi que todos ficaram orgulhosos pela vitória, inclusive eu. Só esquecemos que ela foi um acaso. Ainda tive um pouco de esperanças quando a 27 mil foram ao Gigante, na maior sessão de cinema da história, se despedir do Inter, o problema é que logo no Início, o capitão Bolívar disse: “Voces todos podem ter certeza, que dia 20 de dezembro nós estaremos aqui em Porto Alegre, com a taça do mundial”. Bem diferente de “Vamos lá dar o nosso máximo por vocês”, por exemplo. Dia nove de dezembro deste mesmo mês, Fernando Carvalho, o maior nome da história do internacional, o homem da qual partiram as glórias da década e as maiores da história, falou em entrevista a alguma rádio local: “Não há possibilidade de não sairmos campeões mundiais em Abu Dhabi”. E tudo o que se ouvia ás vésperas do jogo da semifinal contra o Mazembe era: “Ah, mas a Inter de Milão também está em crise!!”. Uma plena demonstração de quem “não sabe vencer”. De quem foi campeão da libertadores e depois perdeu a própria dignidade. E o pior foi ver milhares de colorados torcendo pelo Goiás, para tirar a vaga do rival. Mas calma lá, achei que fossem os gremistas que não tinham um time decente e tinham que torcer pelo time dos outros para ter o que comemorar.</p>
<p>Poderia ser Kidiaba, poderia ser um time de Marte, poderia ser contra o Grêmio, a bola não tocaria a rede e o Inter não teria êxito no mundial interclubes de 2010. Poderiam continuar atacando até sábado que o gol não sairia, por mais que tenhamos pressionado, jogado melhor. Dentro de campo o Inter mereceu o gol, fora dele, não. Todo aquele clima enganador de “estou com a cabeça no mundial” e empilhando derrotas para times medíocres, foi uma soda cáustica que preparamos e com as próprias mãos tomamos, esperando a própria morte, sucumbindo no próprio veneno. Um suicídio inesperado.</p>
<p>Temos que, de novo, aprender a vencer e a perder. E o que importa nesse momento é LEMBRARMOS que ainda somos colorados, e que é sendo humilde como sempre fomos que nós vamos voltar a vencer. Esta é a fórmula, este é o valor que o Inter sempre representou pra mim. Esta é a grande diferença entre o Inter e o Grêmio: os valores. Não são títulos, taças, torcida. Os dois tem uma história esplendorosa, cabe aos dois lados reconhecer isto. A diferença é que um é humilde e o outro é um arrogante. A diferença é que o inter veste apenas uma camiseta, a vermelha; já eles, vestem uma azul, uma verde, uma preta, uma branca, uma amarela, até vermelho e branca já vestiram. A diferença também é que o Inter queria títulos para se saber entre os grandes, e o grêmio apenas para jogar na cara do rival, como sempre o fez e hoje está mais feliz que nunca.</p>
<p>Agradeça a Deus por ser colorado, certamente és um escolhido. É bom também saberes que teremos pela frente derrotas e vitórias, e que o nosso amor pelo INTER nunca se diminui.<br />
“Porque é nas más que eu demonstro que te amo igual,<br />
Somos todos teus eternos seguidores, Sport Club Internacional”.</p>
<p>Lucas Pitta Klein</p>
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		<title>Perdemos uma raridade</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 23:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Jogadores]]></category>
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		<category><![CDATA[Sandro]]></category>

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		<description><![CDATA[Sandro não era um jogador badalado. A importância dele no time era reconhecida pela grande maioria, mas poucos eram os que o enxergavam como diferenciado. Tinha até mais torcedor que questionava o futebol do jovem do que os que tratavam como raridade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sandro não era um jogador badalado. A importância dele no time era reconhecida pela grande maioria, mas poucos eram os que o enxergavam como diferenciado. Tinha até mais torcedor que questionava o futebol do jovem do que os que tratavam como raridade.</p>
<p>E foi por uma ironia do destino que Sandro ganhou a confiança total da nação colorada e chegou ao ápice no clube. A venda milionária para o Tottenham da Inglaterra. Até o anúncio daquela venda o Sandro era visto como um cumpridor de tarefas da meia cancha, nada muito além disso. E partir dali pairou uma enorme desconfiança, desencadeada principalmente pela grande mídia do estado do Rio Grande do Sul, de que Sandro poderia fazer corpo mole.</p>
<p>O início daquele ciclo foi terrível, era uma provação a cada jogo. Não existia o direito de errar, qualquer erro mínimo e vinha alguém para dizer que ele estava com a cabeça em Londres, muito embora o jogador seguidamente reiterasse que estava focado no Internacional e que pretendia sair com a faixa de campeão da Libertadores no peito. Era uma pressão desumana em cima de um jovem de 20 para 21 anos de idade, pré-julgado sem direito de defesa.</p>
<p>Os jogos foram acontecendo e Sandro, como todo grande jogador, foi crescendo ainda mais em meio a toda aquela adversidade. As colunas e fóruns de redes sociais que antes destacavam um jogador com cabeça distante, passaram a exaltar o seu profissionalismo, foco, dedicação. Por si só este fato já foi uma vitória para o jogador.</p>
<p>Entretanto o destino lhe reservou mais, merecidamente. No jogo pelas quartas de finais contra o São Paulo no Beira Rio ele mudou de patamar no conceito da imensa maioria dos torcedores colorados, inclusive daqueles que tinhas restrições ao seu futebol.</p>
<p>Naquela partida Sandro ficou com a imcumbência de marcar nada mais nada menos do que o maior ídolo da história recente do Internacioal, Fernandão. Todos os olhos estavam voltados para o capitão do Inter no Mundial de 2006, que pelo Brasileirão 2010 já havia marcado um gol pelo São Paulo dentro do Beira Rio. Obviamente que existia um enorme temor dos colorados uma eliminação com marca do Fernandão.</p>
<p>Os holofotes voltados para o F9 acabaram dando notoriedade a Sandro. O centro médio ganhou todos as jogadas por cima, todas as jogadas por baixo, todas as divididas, enfim, o mineiro amassou Fernandão dentro do templo que o consagrou. A torcida se rendeu ao volante.</p>
<p>E o garoto, como dissera que desejava em todas as entrevistas pré-venda, saiu de Porto Alegre com a faixa de Campeão das Américas. E como plus, nome certo para a renovação da Seleção Brasileira.</p>
<p>Hoje pode-se afirmar que Sandro é um jogador diferenciado para a posição. Muitos contestarão, mas é inegável que se conta nos dedos no futebol mundial os jogadores que reunem tantas qualidades técnicas e físícas jogando de volante. Trata-se de um jogador de altura privilegiada(1,86m), serenidade, seriedade, muita imposição física, alta capacicade de recuperação, enorme capacidade de marcação, boa bola aérea, bom passe, bastante mobilidade e que de vez em quando deixa sua marca nas redes adversárias.</p>
<p><strong>Atulamente o Internacional padece tentando encaixar na posição um jogador que supra minimamente a saída de Sandro</strong>. Defensivamente o time caiu muito. É facilmente explicável. Sandro era uma parede, dificilmente a bola passava pela cabeça de área colorada. O que possibilitava e dava ao time volume de jogo. Glaydson, Mathias e Derley não são mau jogadores, tampouco extraordinários. Eventualemnte um deles pode se tornar o titular absoluto, mas certamente a torcida de sempre vai fazer o camparativo como fazia de Sandro com o Edinho e como faz de Nilmar com Alecsandro. Faz parte. O fato é que para substituir Sandro a altura somente se vir algum jogador de fora do país ou surgir alguém da base. Atuando no Brasil não tem ninguém. O nome de Lucas Leiva, do Liverpool, já foi ventilado algumas vezes, esse sim poderia ser a solução. Seria uma grande sacada da direção.</p>
<p>Por Fabrício Marques</p>
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		<title>Inter vence e direção não se convence</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Oct 2010 01:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasileirão 2010]]></category>
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		<description><![CDATA[Dentro de campo o Inter bateu o Guarani por 3x0. Daniel Baloy, Glaydson e Giuliano anotaram os gols da vitória colorada, todos na etapa final, para pouco mais de 10mil pessoas no estádio Beira Rio. Fora de campo a direção, mais uma vez, deu indícios que jogou a toalha no Brasileirão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Dentro de campo o Inter bateu o Guarani por 3&#215;0. Daniel Baloy, Glaydson e Giuliano anotaram os gols da vitória colorada, todos na etapa final, para pouco mais de 10mil pessoas no estádio Beira Rio. Fora de campo a direção, mais uma vez, deu indícios que jogou a toalha no Brasileirão.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Em vez dos dirigentes estarem comemorando a vitória e uma nova oportunidade de arrancada para o título, já que os adversário que estão a frente da tabela tropeçaram, nos deparamos com eles dando discurso da preservação de atletas, do Mundial que se aproxima, etc&#8230; Assim fica difícil de acreditar. Enquanto o Inter tiver chance é preciso acreditar e levar a campo o que temos de melhor. O título brasileiro é muito importante, temos que lutar com todas as forças para trazer este caneco para o Beira Rio. Jogador se machuca em treino, em Puff&#8217;s dentro de casa e em jogos, faz parte.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Tão querendo o que??? Vão colocar eles numa redoma???</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Os dirigentes precisam repensar este discurso, a melhor preparação para o time é em jogos oficiais. O conjunto é adquirido dentro de campo, contra adversários complicados. Deixa o papo da preservação para o fim do mês de novembro. Todo ano é a mesma coisa.Já perdemos muitas chances por estes mesmos motivos que se repetem nos discursos da parte diretiva.</div>
<div id="_mcePaste">Os caras tão loucos para entregar o título para o Inter, mas não adianta nada se o clube não quiser.</div>
<div></div>
<div>Arquivos e cobertura completa na sequência.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">por Fabrício Marques</div>
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		<title>Obrigado, Fernando Carvalho</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 23:13:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigado]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu vi o Inter vencer o Grenal do Século de virada com dois gols de Nilson e encaminhar vaga pra final do brasileiro de 1988 e pra libertadores do ano seguinte.

Eu vi o clima de soberba e de já ganhou(do Bahia).

Eu vi o Inter “cavalo paraguaio” sendo vice brasileiro contra o Bahia, surpreendentemente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu vi o Inter vencer o Grenal do Século de virada com dois gols de Nilson e encaminhar vaga pra final do brasileiro de 1988 e pra libertadores do ano seguinte.</p>
<p>Eu vi o clima de soberba e de já ganhou(do Bahia).</p>
<p>Eu vi o Inter “cavalo paraguaio” sendo vice brasileiro contra o Bahia, surpreendentemente.</p>
<p>No ano seguinte eu vi o Inter pegar o Olímpia do Paraguai na semifinal de libertadores de 1989, fazer um gol fora e ficar a um empate da segunda final de libertadores da história.</p>
<p>Eu vi um clima de arrogância e soberba se criar entre os vermelhos.</p>
<p>Eu vi o Inter perder o jogo de volta pro Olímpia por 3&#215;2, e perder a vaga à final nos pênaltis.</p>
<p>Eu vi o Inter perder pro grêmio em mais de uma década, uma década fria, onde um gauchão e uma copa do Brasil nos valeram o mundo.</p>
<p>Eu vi Fabiano acabar com o tricolor e os dizeres: “Cinco muito, Grêmio”.</p>
<p>Eu vi Dunga fazer cagadas o ano todo e depois se atirar na área no ultimo jogo de 1999 e nos livrar do rebaixamento.</p>
<p>Eu vi o Mahicon Librelato se atirar na área do Paysandu e fazer a vitória mais bem quista da história, nos livrando do segundo rebaixamento, em 2002.</p>
<p>Eu vi o Inter ser pequeno a ponto de disputar apenas Copas do Brasil, indo jogar contra “Chapadão” e sair de lá com um suado 0&#215;0 numa tarde quente de domingo.</p>
<p>Eu era pequeno, e me lembro de um inter frio, apequenado em campo, que não dava medo em ninguém, que não afligia o torcedor adversário e nem ao menos o seu próprio.</p>
<p>Eu vi duas décadas de lamentações serem necessárias para que a humildade do clube do povo pudesse trazer de volta a nossa grandeza.</p>
<p>Era 2003, não me lembro muito bem quando, e eu vi Fernando Carvalho ser aprovado como Presidente do Inter.<br />
Eu vi o Inter de imediato contratar Sangaletti, e outros jogadores que pelo menos tinham nome.</p>
<p>Eu vi o Inter contratar Fernandão Lúcio da Costa, do Olimpyque de Marseille, da França.</p>
<p>Eu vi o Inter ter um líder em campo e de se classificar para um torneio Internacional, a Sulamericana.</p>
<p>Nas semifinais eu vi o Inter tomar 4&#215;2 na bombonera e ter que fazer 2&#215;0 em casa para se classificar, mas que conseguiu apenas um 0&#215;0.</p>
<p>Era, 2005. Eu vi o Inter receber o super campeão dos anos 2000, o Boca Juniors da Argentina, no Beira-Rio, e Fernandão se atirar na pequena área para marcar o 1&#215;0 da vitória, nos 47 do segundo tempo.</p>
<p>Eu me lembro de uma semana depois pegar o carro com minha mãe, e ir assistir ao jogo de volta, numa Bombonera lotada, ver Clemer caído com a mão no rosto por causa de um rojão da torcida adversária, e a partir de então ver o Inter se amassado pela Boca Juniors. Foi muito, foi o bastante. 4&#215;1 para os hermanos.</p>
<p>No mesmo ano, eu vi o Inter Grande, grande como nunca. O Inter que não tinha medo algum e metia medo em todos os adversários.</p>
<p>Eu vi o amor enlouquecido voltar, as noites mal dormidas, o coração bater mais forte, o time ser praticamente perfeito e invencível.</p>
<p>Eu vi Tinga ser derrubado na área do Pacaembú e ser expulso por Sveiter no jogo contra o Corinthians, reta final do Brasileiro de 2005. Eu me lembro de ter ficado tenso e loucamente enraivecido.</p>
<p>Eu vi o Inter mais empolgante da década, até então, ser vice campeão “moral” do brasileiro mais roubado da história.</p>
<p>Em 2006 eu vi o inter jogar com sangue nos olhos e entrar em campo no Gauchão como se fosse um campeonato mundial, e ser vice sem uma derrota sequer (Exceto uma contra a Ulbra, na fase de grupos).</p>
<p>Eu vi os colorados reclamando do gol qualificado (fora de casa vale mais em critério de desempate).</p>
<p>Eu vi o Inter passar apuros contra o Pumas no Beira-rio, e ir pro intervalo perdendo de 2&#215;0.</p>
<p>Eu vi Fernando Carvalho descer das cabinas e ir ao vestiário no segundo tempo, exigindo um time com mais garra.</p>
<p>Eu vi o gênio da ala direita, Ceará, cruzar certeiro na cabeleira do Capitão, que tabelou para o meio da área, e vi Adriano Gabirú dar um peixinho e fazer o terceiro gol do inter. Eu pulei, eu chorei.</p>
<p>Eu vi o Inter fazer três gols e a virada mais histórica da década construída diante dos meus olhos.</p>
<p>Eu me lembro de deitar na cama dos meus pais com o radinho de pilhas colado na orelha, cantando as músicas da torcida, e ouvir Pedro Ernesto Denardin se rasgar de emoções narrando o chapéu e o gol de sem pulo de Rentería.</p>
<p>Eu vi, as noites passarem mais lentamente. Eu vi meu coloradismo 57 vezes maior.</p>
<p>Eu vi o inter segurar o 0&#215;0 em casa e passar para as quartas de finais da América.</p>
<p>Eu vi o Inter desfalcado no Equador, com Marcelo Boeck no gol, perder por 2&#215;1 para a LDU.</p>
<p>Eu vi o inter precisar de um simples 1&#215;0 para se classificar para as semifinais, e chegar no Beira-Rio e fazer 2&#215;0 com direito a gol por cobertura de Rentería.</p>
<p>Eu vi o Inter ir para a sua terceira semifinal de Libertadores.</p>
<p>Eu vi o Inter ir ao Paraguai, visitar o Libertad, de Guiñazu, e suar muito para arrancar um empate.</p>
<p>Eu vi um inter aguerrido, focado, grande. Como há muito tempo eu não via. Eu vi um inter humilde, respeitável, por isso, grande.</p>
<p>Eu vi o Inter a uma vitória dentro de casa para ir às finais e a torcida do clube do povo não cantar vitória antes da hora.</p>
<p>Eu vi o famoso “já ganhei, e já vou comemorar” ser substituído pelo “Eu quero, eu preciso. Eu vou”.</p>
<p>Eu vi o Inter no jogo de volta meter 2&#215;0 no time paraguaio, com Sóbis e Fernandão, expandindo a felicidade para muito além do infinito.</p>
<p>Eu aprendi, realmente, naquelas duas semanas que viriam, o real significado da palavra tensão. Professor: Fernando Carvalho.</p>
<p>Eu vi a bola bater na trave do morumbi, respingar nos pés de sóbis, e encontrar o fundo das redes.</p>
<p>Eu vi um inter que calou 70 mil torcedores são-paulinos, e que não cantou vitória antes da hora.</p>
<p>Eu vi o Inter chegar ao topo da América sem arrotar arrogância.</p>
<p>Eu vi a torcida fazendo uma fila de 5km, uma semana e meia antes do jogo de volta da final da libertadores.</p>
<p>Eu vi torcedores humildes trocando sua casa pela calçada da Padre Cacique para assistir partida mais importante da história.</p>
<p>Eu vi barracas vermelhas, colchões direto no concreto, fogueiras e panelas de comida transformarem a calçada em um lar.</p>
<p>Eu vi milhares de irmãos morando juntos, unidos, na rua mais vermelha de porto alegre, no frio de Agosto de 2006.</p>
<p>Eu vi os ingressos sendo esgotados em menos de duas horas. Eu vi uma torcida mobilizada, indo contra o relógio, e contra os seus próprios fundamentos.</p>
<p>Eu vi Tinga se agachar na área e ser expulso por levantar a camiseta agradecendo a Deus pelo momento mais importante da carreira dele.</p>
<p>Eu vi o gol da vitória, com meus próprios olhos. Eu senti o gol. Eu pulei, eu gritei, para a América toda ouvir.</p>
<p>Eu vi Horácio Helizondo levantar os braços e soprar o apito e o Inter ir aonde ninguém foi. Eu pulei, duas vezes mais alto. Eu chorei, como nunca havia feito antes. Eu abracei a minha mãe. Eu subi em cima da mesa do bar e comecei a bater no teto. Eu comemorei o maior título da história do Inter até as 4h da manhã, na Goethe e na Lima e Silva.</p>
<p>E o mais importante, eu vi um inter HUMILDE vencer o São Paulo. Por isso eu vi um inter grande, um inter vencedor.</p>
<p>Eu vi o Inter não subestimar o adversário, mas respeitá-lo.</p>
<p>Eu vi o Inter ser grande a ponto de olhar apenas a si mesmo, sem julgar os outros, sem contar a vitória antes da hora.</p>
<p>Eu vi o Inter pequeno se transformar, finalmente, em grande, na era Fernando Carvalho.</p>
<p>Deixo aqui, o meu Muito obrigado a ti, Fernando, o eterno. O maior presidente da história.</p>
<p>Por Lucas Pitta</p>
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		<title>Cinco pontos determinantes na queda de Fossati</title>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 04:51:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
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		<category><![CDATA[queda de técnico]]></category>
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		<description><![CDATA[Ele não resistiu. Fossati foi atropelado pelas próprias idéias e a direção chutou-lhe a bunda para bem longe do Gigante (e o fez corretamente). Confira os cinco pontos que, juntos, favoreceram a queda de Fossati.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ele não resistiu. Fossati foi atropelado pelas próprias idéias e a direção chutou-lhe a bunda para bem longe do Gigante (e o fez corretamente). Confira os cinco pontos que, juntos, favoreceram a queda de Fossati.</p>
<p><strong>1) Esquema tático que nunca se confirmou</strong><br />
O velho lêmure uruguaio não conseguiu instalar na equipe um esquema tático de qualidade. Aquele jogo de passes rápidos e time entrosado nunca chegou a acontecer. Culpa de uma mudança constante no esquema com 2 ou 3 zagueiros.</p>
<p><strong>2) Mudanças erradas e repetitivas.</strong><br />
Não espere inovação de Jorge Fossati. Ele não é o tipo de técnico que pensa no tudo ou nada. Trata-se de um treinador paciente, cômodo e que não se acanha em dizer que empate é resultado positivo (principalmente se for em competições como Libertadores). Se estivéssemos enfrentando equipes de ponta em paises significantes como Argentina, Uruguay ou Chile, isso se justificaria, mas nesta Copa nosso grupo não era dos mais difíceis. Mesmo assim o uruguaio insistia em mudanças &#8220;defensivistas&#8221;. O velho gostava de segurar resultado&#8230;</p>
<p><strong>3) Apostas equivocadas.</strong><br />
Alecsandro certamente não tem nada contra Fossati. Mesmo com atuações duvidosas e chances claras de gol desperdiçadas, o atacante seguie recebendo chances atrás de chances no time titular. Sua titularidade era incontestável por parte do técnico. Há pouco tempo atrás Andrezinho esquentava o banco, mesmo pedindo passagem pelo time titular. Ficava claro que o treinador era muito convicto de suas idéias. Mudanças simples e racionais fariam aquele time render muito mais.</p>
<p><strong>4) A adaptação ao futebol brasileiro.</strong><br />
Fossati já jogou no Brasil, eu sei. Já jougou, mas nunca treinou. Ele veio de uma escola onde no balão se ganha jogo, não importando se sua equipe marcou no primeiro minuto e levou 89 de pressão do adversário. Afinal, não seria de maneira muito diferente que times limitados do Equador ganhariam a Copa. Deu certo lá, mas aqui não daria.</p>
<p><strong>5) O questionamento sobre o preparo físico.</strong><br />
Ficou evidente na época das finais do Gauchão. O Inter havia sido superado no segundo tempo do clássico no Beira-Rio muito em virtude do time que havia &#8220;perdido as pernas&#8221;, parado de correr. Logo depois surge em ZH a bombástica entrevista concedida a Leandro Behs (de novo ele), em que Alejandro Valenzuela, braço direito e preparador físico do Inter assume que está tendo dificuldades de comunicação com o grupo e diz que a condição física da equipe não era a ideal. Isso de alguma maneira respingou na decisão recente de trocar toda a equipe técnica.</p>
<p><strong>BÔNUS A fórmula fatal da Copa do Mundo</strong></p>
<p>O golpe fatal no uruguaio. Sabemos que em ano de Copa o futebol de clubes pára por pouco mais de 1 mês, bem no meio da temporada sul-americana. Sabendo disso, e sabendo que a troca de treinador é uma medida dolorosa e de profundas mudanças, Carvalho certamente levou em consideração esta parada como forma de ganhar tempo e diminuir o impacto da chegada de um novo treinador com uma filosofia totalmente diferente.</p>
<h3>E tu, concorda com algum ponto? Adicionaria mais algum(ns)?  Falaí nos comentários!</h3>
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		<title>E o Brasileirão, direção?</title>
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		<pubDate>Sun, 16 May 2010 15:03:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileirão 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[time reserva]]></category>

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		<description><![CDATA[O Inter enfrenta o Goias, neste domingo(dia 16/05), no estádio Serra Dourada, com um time totalmente reserva.

A importância da Libertadores é maior e inegável. No entanto é preocupante e ,principalmente, temerário deixar o campeonato Brasileiro tão em segundo plano. Sabemos que apesar de ser disputado na fórmula de pontos corridos, este campeonato muitas vezes é decidido por um, dois pontos, como foi o ano passado.  
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Inter enfrenta o Goias, neste domingo(dia 16/05), no estádio Serra Dourada, com um time totalmente reserva.</p>
<p>A importância da Libertadores é maior e inegável. No entanto é preocupante e, principalmente, temerário deixar o campeonato Brasileiro tão em segundo plano. Sabemos que apesar de ser disputado na fórmula de pontos corridos, este campeonato muitas vezes é decidido por um, dois pontos, como foi o ano passado.</p>
<p><strong>É CAMPEONATO BRASILEIRO, DIREÇÃO!</strong></p>
<p>Não é um campeonato de segunda linha, como o Gauchão, que podemos nos dar ao luxo de escalar time B, reservas e time misto, pois é fácil de recuperar devido a fragilidade dos adversários. Muito pelo contrário, quem sabe seja o campeonato mais difícil do mundo. Seis pontos atrás de um time como Cruzeiro, por exemplo, para recuperar depois precisa ser quase perfeito. E esta possibilidade é iminente. Não seria nada anormal o Inter perder com os reservas em Goiânia e o Cruzeiro vencer o Avaí, em casa.</p>
<p>Até neste jogo dá pra entender esse tipo de escalação. O problema foi na primeira rodada contra o Cruzeiro, um adversário direto em qualquer campeonato. Não vi motivos para um time totalmente reserva, sendo que o Inter está apenas nas Quartas de Final da competição sul-americana, e o jogo era apenas na quinta Feira. Os jogadores teriam quatro dias de recuperação. No mínimo, cabia um time misto, como o próprio time mineiro fez.</p>
<p>Precisamos, mesmo com reservas, voltar com os três pontos de Goiânia. Do contrário o time vai para terceira rodada pra lá de pressionado. Isso se passar pelo Estudiantes no meio da semana. Por que se não passar vai bater o pânico de passar o ano sem conquistas e aí sim o time será &#8220;obrigado&#8221; a vencer.</p>
<p>Sei que podemos vencê-los lá neste domingo, não desconheço esta possibilidade, é claro. O que me preocupa é o modo que a direção do Inter pensa este início de campeonato nacional, mesmo sem ter a certeza da conquista da Libertadores. Este é o grande problema.</p>
<p>COMO DIZ UM COMENTARISTA ESPORTIVO: OREMOS.</p>
<p>Por Fabrício Marques</p>
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		<title>Clube do Mico</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 00:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Contratações]]></category>
		<category><![CDATA[Mascote]]></category>
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		<category><![CDATA[Saci]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto “celebramos” o novo mascote colorado, mas apenas do Projeto social Interagir, aquele mesmo que é tocado pela primeira-dama colorada, o nosso Club faz jus a ele e coleciona mico atrás de mico. O último a derrota no grenal. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto “celebramos”  o novo mascote colorado, mas apenas do Projeto social Interagir, aquele  mesmo  que é tocado pela primeira-dama colorada, o nosso Club faz jus a ele e  coleciona  mico atrás de mico. O último a derrota no grenal.</p>
<p>As  explicações para adoção deste mascote são mais racistas do que os  cânticos  deles. O nosso diretor de MKT afirma que as crianças não conhecem o  Saci, um  personagem do folclore brasileiro e mascote oficial (embora não conste  em  Estatuto) do Inter, mas isso se deve justamente ao mkt do Inter. Quando  foi a  última campanha que você viu o Saci sendo usado? Se não fosse o Renteria  tê-lo  imitado, você não se lembraria. Mas e quem conhecia o Macaquinho  Escurinho?  Ninguém, mas o Club está investindo nele e divulgando-o. Bastava fazer o  mesmo  com o eterno Saci.</p>
<p>A  segunda desculpa é de que o Saci, prestem atenção: estamos falando num  mascote  de um Programa de Inclusão Social, o Interagir, é politicamente  incorreto por  ser deficiente físico?!?!? O deficiente não tem escolha, ele o é, não  por  atitude. Aliás, só o Saci é deficiente por escolha. Diz a lenda que  quando ele  era escravo ficava amarrado a uma árvore por uma perna e ele decidiu  perder uma  perna para ser livre e pernalta, ao invés de continuar a ser escravo!  Além  disso, o MKT diz que a imagem do Saci é de um perdedor. Peraí! Um  perneta, que  escolheu ser livre e conquistou TODOS OS CAMPEONATOS POSSÍVEIS não pode  ser um  perdedor. Ele é o maior símbolo de superação que pode inspirar  alguém!</p>
<p>O  outro problema apresentado é que não é possível fazer um mascote com uma  perna  só. Bom, o mascote do Santos são baleias, fora d’água e sem pernas, mas  estão lá  de pé!</p>
<p>Mas  que exista o Macaco Escurinho, justa homenagem, mas será que o Inter  considera o  Escurinho politicamente incorreto por não ter uma perna também???</p>
<p>E a  semana passada não parou por aí. Nossa candidata para Musa do Gauchão  foi  indicada em cima da hora e ainda por cima foi trocada, pois havia  participado da  seletiva pelo GFPA. Eles foram avisados antes que haveria o concurso?  Pois como  conseguiram, antecipadamente, fazer uma seletiva para seus sócios  participarem  da escolha da Musa?</p>
<p>E o  mico continuou a solta no domingo! As contratações para este ano foram  um mico  geral e não temos um time, mesmo depois de 4 meses de temporada.</p>
<p>Viva o  Mico! É a vingança do Saci!</p>
<p>Por Caio de Santi</p>
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		<title>A medida do tempo</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 15:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[A medida do tempo? - “Minuto”. A medida da distância? - “Kilômetro”. A medida do meu amor pelo Internacional? - “Operação Inválida e impossível”. Tudo o que posso dizer é que, minuto a minuto, há quilômetros de distância do Beira-Rio, me torno cada vez mais apaixonado pelo Colorado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A medida do tempo? &#8211; “Minuto”. A medida da distância? &#8211; “Kilômetro”. A medida do meu amor pelo Internacional? &#8211; “Operação Inválida e impossível”. Tudo o que posso dizer é que, minuto a minuto, há quilômetros de distância do Beira-Rio, me torno cada vez mais apaixonado pelo Colorado.</p>
<p>Quantos de nós já nadaram o mar para ver o que tinha do outro lado? Uns vinte e poucos anos antes de mil e quinhentos, Cristóvão Colombo e sua embarcação inovaram esse conceito no mundo. Eles, numa visão utópica, numa divina e distante quimera, fecharam os olhos e, sem medo, atravessaram o pacífico. Alguns foram empurrados pelas ondas da vida e passaram pelo Cabo das Tormentas, que logo se tornou a esperança – das boas. Após este fato, começaram incessantes tentativas de todos os lugares em objetivo de cruzar o mar. Seria bravura? Destreza? Coragem? Isso foi só na primeira vez?</p>
<p>- “A primeira vez a gente nunca esquece”. Provavelmente você já deve ter ouvido esta frase! Sim, ela resume nesse momento, com enorme precisão e delicadeza, seu estado de espírito e alma, seu ânimo e empolgação! Ela é teu coro eterno que tu tens de esquecer de uma vez por todas. Tire-a da mente. Queime esta idéia, jogue este conceito na lixeira, pense no futuro, não no passado.</p>
<p>O primeiro beijo: Eu sinceramente nunca esqueci. O primeiro “Eu te amo” recebido em voz sincera: Eu nunca me esqueci. O primeiro carro: Eu nunca me esqueci. A primeira transa: Eu nunca me esqueci. E o primeiro emprego também não. O tempo avança, envelhecemos. Nossas perspectivas mudam, crescem. Cada ato que acabei de descrever foi evoluindo com o tempo. Sim, o tempo tem esse poder – o de evoluir a nossa vida. E ele, fazendo isto, decreta que jamais você sentirá algo parecido, jamais terá outro primeiro beijo, ou outro primeiro carro. O tempo tem o poder de tornar as coisas únicas. Tempos que jamais voltarão, esqueçamos-nos! Lutemos por uma nova era, vivamos novos sentimentos, novas vidas. Vamos reciclar a nossa existência.</p>
<p>2006, colorados, faz pouco mais de 3 anos que terminou. Mas vocês parecem querer voltar no tempo, regredir a vida a cada instante, regressar o corpo. Vocês vivem a saudade do passado, vocês são a nostalgia imperial. Sim, o tempo tornou vocês nostálgicos, e viver de nostalgia é como dirigir um carro olhando pelo retrovisor e mesmo assim querer chegar em algum lugar na mesma velocidade dos demais (frase adaptada).</p>
<p>Precisamos de renovação, precisamos de um título que nos faça esquecer 2006 &#8211; que nunca voltará.</p>
<p>Em 2006, o grande cronista Emanuel Neves recitou: “Passamos 27 anos olhando apenas para trás, agora é hora de olharmos para frente. É hora de ir aonde ninguém foi!”. E foi neste ritmo que marchamos à Assunção, Quito, novamente Assunção, São Paulo, até parar no estágio máximo: Yokohama. Foi mirando o horizonte que conquistamos ele. Foi levantando a cabeça que conseguimos olhar para cima. Foi, de degrau em degrau, que simples e inexplicavelmente, fomos. E fomos, com a força dos deuses e de nossos músculos. E fomos, com a garra e a raça dos lutadores. E fomos, com a experiência dos sábios e a sabedoria dos experientes. E fomos, com a técnica doz habilidosos, e com a habilidade dos técnicos. E lá chegamos, trabalhando, lutando, se dedicando. Não se curve ao tempo, viva manipulando-o. Esqueçam 2006, esqueçam Fernandão e o time campeão do planeta. Se não esquecerem, não acordarão. E se não acordarem, podemos viver novamente os anos 80 e 90.</p>
<p>Ah, tempo. Como manipular-te?</p>
<p>Reciclar o pensamento não depende do tempo. Depende de nós, e nós dependemos do tempo? Só se quisermos.</p>
<p>Tempo, tempo, não exista na nossa cabeça.</p>
<p>Ó, ceus! Porque tanta dependendência?</p>
<p>Porque o tempo nunca para de existir? Porque cada pessoa tem seu jeito de percebê-lo passar?</p>
<p>Torna tudo tão velho, e ao mesmo tempo novo também. Traz a saudade mórbida e a esperança também!</p>
<p>Por favor, me responda:</p>
<p>Qual a medida do tempo?</p>
<p>Por Lucas Pitta Klein</p>
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		<title>Peça &#8220;Vermelhos &#8211; História e Paixão&#8221; está de volta. Confira depoimento de torcedor!</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 16:39:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[História Colorada]]></category>
		<category><![CDATA[xDestaque]]></category>
		<category><![CDATA[1909-2009]]></category>
		<category><![CDATA[Centenário Colorado]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimento]]></category>
		<category><![CDATA[Peça]]></category>
		<category><![CDATA[Vermelhos - História e Paixão]]></category>

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		<description><![CDATA[A peça teatral que conta a história vitoriosa e centenária do Clube irá voltar em cartaz para as comemorações dos 101 anos do Internacional. A peça será exibida no Theatro São Pedro em Porto Alegre. Serão apenas três dias: 23, 24 e 25 de abril (sexta, sábado e  domingo) sempre às 21 horas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A peça teatral que conta a história vitoriosa e centenária do Clube irá voltar em cartaz para as comemorações dos 101 anos do Internacional. A peça será exibida no Theatro São Pedro em Porto Alegre. Serão apenas três dias: 23, 24 e 25 de abril (sexta, sábado e  domingo) sempre às 21 horas.</p>
<p><a href="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/03/vermelhos150310.jpg"><img src="http://www.intermultimidia.net/wp/wp-content/uploads/2010/03/vermelhos150310.jpg" alt="" title="vermelhos150310" width="450" height="241" class="aligncenter size-full wp-image-597" /></a></p>
<p>Sinopse:</p>
<p>São Paulo, no início do século: a família Poppe agita-se ante a  inauguração da rede elétrica. Porto Alegre, dezembro de 2006: na redação  de um jornal, o faxineiro Vito e o jornalista Chico Bola disputam um  radinho de pilhas, para acompanhar a final do Mundial de Clubes.</p>
<p>O presente e o passado se fundem na paixão. O surgimento do Internacional acontece pela ousadia e idealismo de Henrique Poppe. Na  redação do jornal, em 2006, Chico Bola, inconformado por ter sido  preterido da equipe de cobertura do Mundial, é acolhido pelo velho  colorado. São dois homens experientes, revivendo os sonhos gloriosos de  um passado, sempre presente.</p>
<p>A pulsação do espetáculo vem da música. Hinos e outras trilhas  temperam a emoção das cenas da torcida, do carnaval, da serenata e das  festas, com marchas, serestas e samba.</p>
<p>Vermelhos acontece durante uma partida de futebol. Mostra o outro  lado de uma vitória, no presente, e outra no passado. Henrique Poppe se  mantém a frente do seu sonho, até a vitória do primeiro Gre-Nal. Chico  Bola descobre o sentido da paixão e Vito dribla as peripécias de seu  coração e se enche de vida, por não ter caído, diante de um fulminante  estado de felicidade.</p>
<p>Depoimento de um torcedor que assistiu a peça:</p>
<blockquote class="style1"><p><span>Simplesmente emocionante o que vivi em aproximadamente 1 hora e 30 minutos do que considero um dos momentos mais marcantes da minha paixão colorada.</p>
<p>Considero assistir a peça teatral como assistir e vencer um grande jogo, ou melhor, uma decisão, sem exagerar ou exagerando ainda estarrecido de emoção, que equiparo com uma final de Libertadores e Mundial.</p>
<p>Entre as risadas que contagiavam o teatro e fazia não sair da fisionomia das pessoas a alegria contagiante; chorei duas vezes ou um choro bem demorado, imagina a emoção de um colorado ver Henrique Pope (interpretado brilhantemente por Gustavo Razzera) na sua frente cheio de seu idealismo e paixão pelo futebol idealizar e fundar o Internacional, nesta hora até um colorado morto emociona-se. A criatividade o autor mistura a história num vai e vem do tempo brincando com nossas emoções. E na hora que ele sugere a criação do hino do Nelson Silva (o Zé Victor outro show de interpretação), quem tem problema cardíaco como Seu Vito (Alvaro Rosacosta) antes de ir ver a peça deve pedir permissão ao seu médico, acho que o próprio teatro deveria colocar uma ambulância para qualquer emergência.</p>
<p>Como colorado, peço desculpa a Maria Ortiz (Sofia Schul) a esposa do Henrique Pope pelas maluquices do seu marido, mas olha o que virou o seu sonho.</p>
<p>E o momento que no palco e nas cadeiras do teatro todos cantam:</p>
<p>“Diante do fim da vida eu não abro mão, quero a bandeira do Inter no meu caixão&#8230;” Até de lembrar fico emocionado.</p>
<p>Obrigado também a todos que fizeram este espetáculo Chico Bola (Rogério Beretta) fica tranqüilo você ainda vai poder viajar para ver o bi Mundial, William Martins, Suzi Martinez, Oscar Schim, Simone Rasslan, Zé Victor, Alvaro Rosacosta, Gustavo Razzera, Sofia Schul.</p>
<p>Aos meus amigos colorados este espetáculo vale qualquer sacrifício para assistir, vale montar excursões como para um grande jogo. Não estou brincando nem exagerando acho que minha pouca experiência com as palavras me negam adjetivos e palavras para descrever o que vi.</p>
<p>Quero e vou assistir novamente, mas desta vez não quero sentar na primeira fila, mas ficar um pouco atrás e ver a emoção de mais colorados, não só aqueles que como eu, encheram os olhos de lagrimas ao meu lado. Foi pura emoção.</p>
<p>Obrigado.</p>
<p>João Carlos Carvalho</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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