Era o jogo do tudo ou nada, tanto para Fossati quanto para nossas pretenções na Libertadores. A mobilização estava feita, a festa se desenrolava como deveria. A massa apoiava, mas por 55 minutos ficou sem comemorar.
Então aos 13 do segundo tempo o caldeirão veio abaixo com o gol de Walter. Não me importa se aquela bola foi desviada pelo zagueiro ou se Walter não tinha a intenção de chutar a gol. O Inter merecia fazer o gol pelo que mostrara até ali no jogo. Não tivemos muitas chances de gol, é verdade, mas o Cerro praticamente não deu trabalho a Abbondanzieri. O gol era mais que justo.
A festa aumentava quando minutos depois, em linda jogada de D’Alessandro, Walter ajeita (a maneira, legal ou não, novamente não importa) e Giuliano pega um belo chute que o goleiro uruguaio não segura. Alecsandro empurra pro fundo das novas redes do Beira-Rio. Símbolo do Inter balançava na rede da goleira e o povo fazia a festa na arquibancada.
A urucubaca estava, enfim, afastada. A alegria nesse jogo vestiu vermelho e branco, e fez-se justiça ao trabalho do time que por alguns jogos tentou vencer mas esbarrou no azar.
Em breve muito mais sobre a vitória de 2 a 0 sobre o Cerro (URU). Fiquem ligados!
