Terrível. Pavoroso. Inaceitável. Chamem como quiser.
Espantoso? Não para mim e para aqueles que conseguem perceber além dos discursos prontos, das justificativas batidas e superficiais dadas por dirigentes e jogadores na tentativa de diminuir ou apaziguar quando algo dá errado.
O Inter foi um desastre total na noite de ontem contra o São José, no Passo D’Areia. Levou 3 mas poderia ter levado 4, ou 5. Não são necessárias muitas palavras para resumir a partida. O Inter não teve aproximação, não teve envolvimento, não teve tabelamento, não teve nada. Tá bem, não iremos cometer injustiças, D’Alessandro correu e tentou como nunca. Só ele teve atuação normal neste jogo. De resto, não fomos um time ontem contra o São José, fomos um amontoado de jogadores sem posição e sem entrosamento. Tivemos maior posse de bola, é verdade, mas ter a bola e não saber o que fazer com ela não significa absolutamente nada…
A última (e vexatória) derrota por 3 a 0 foi para a LDU do mesmo Jorge Fossati. Uma grande e infeliz coincidência, pois Fossati que parecia ter o controle do time dá sinais que não domina o conjunto e os jogadores. Todas suas tentativas não dão resultados e as opções estão se esgotando.
Felizmente essa derrota aconteceu no Gauchão. Alguns podem dizer que (com razão) não é tolerável que uma coisa dessas aconteça. Mas devemos concordar que a melhor hora (se é que há algo do tipo) foi essa.
A Libertadores ainda pode ser salva, basta que os manda-chuvas do Internacional façam seu papel, tendo mão forte para tomar as devidas decisões.
Do jeito que está não pode continuar. Protestem por mim, pois se eu estivesse aí perto o faria com certeza.
Até.
